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segunda-feira, 13 de março de 2017

Da decepção à preservação


Da decepção à preservação


Como regra geral as decepções fazem parte da nossa vida, nos tempos de hoje as decepções políticas são as mais comuns, tais pensadores ardilosos brasileiros fazem com que defendemos tais bandeiras chochas, bandeiras sem propósitos à não ser o de governar a qualquer custo. É literalmente um jogo de xadrez, onde o rei e a rainha se equivalem a presidente de entidades, sindicatos, setores da comunidades, enfim pessoas que influenciam o maior número de votos possível; basta coloca-los no bolso, tipo empregar a família toda, ou apenas um cargo de confiança, criar novos cargos; contudo, rechear secretarias de CCs, seria bom se fossem trabalhadores daqueles de antigamente que saiam com uma “chipa” nas costas, se bobeasse limpava todos os bueiros em um dia, numa cidade do tamanho de Candelária por exemplo, este Brasil  é incrível!


Ainda bem que minha cidade querida de Candelária continua firme e forte com a tendência brasileira de diminuir o trabalho braçal nas repartições públicas para aumentar as terceirizações em âmbitos federais e estaduais, já as prefeituras se não usufruir de tal trabalho não anda, não cresce não pode ser 10 para mandar 5, deve ser 1 para mandar 10; enfim vamos para preservação...





 Voltando então para as poderosas forças sociais que causam a integração insustentável entre os modernos sistemas agrícolas e os ecossistemas. A fonte básica de recursos humanos insustentável contra o ecossistema, hoje, somos nós a expansão humana, juntamente com uma economia em expansão que faz exigências excessivas sob o ecossistemas. O capítulo de nossa década vai descrever como modernas instituições econômicas em nome da crise vão motivar os indivíduos a utilizar recursos do ecossistema, de modo que serão insustentáveis no final desta década.











Este desequilíbrio biológico, resultante de atividades humanas desordenadas, causa perturbações, a curto, médio e longo prazo, nos ecossistemas naturais, mas logo se revertem estas perturbações ao próprio homem, uma vez que ele vive e depende do meio ambiente para continuar a sobreviver.
 Aqui no Rio grande do sul mais precisamente no centro do estado tal compromisso de fiscalização fica a cargo dos órgão municipais; cabe a nós fiscalizar e cobrar os impactos locais. Um futuro local sem água potável, sem ar respirável, sem florestas, sem fauna e flora em equilíbrio é primeiramente de responsabilidade local depois estadual e depois federal.







Tais órgão tem o dever de manter água, solo, flora e fauna, impedindo o esbanjamento dos recursos de estoque como a água, mantendo o volume e a quantidade em níveis adequados de modo a atender as necessidades de toda a população e das gerações futuras. Essas gerações deverão ter, no mínimo, as mesmas necessidades e direitos que as atuais.






 Aqui nosso maior exemplo são nossos pontos turísticos, como cascata da ferradura, ponte do império, Morro Botucaraí; onde os recursos da flora, da fauna e principalmente hídricos, não são preservados como deveriam. Tais recursos são patrimônio nacional, e um povo com recursos naturais debilitados torna-se vulneráveis em todos os sentidos. Contudo, é um problema mundial, produzir a qualquer preço dos grandes latifundiários; mas felizmente a produção familiar é a única que está gradativamente tendo um maior cuidado com os recursos no entorno de suas lavouras, e a agricultura orgânica é uma que mescla alguns recursos em seu próprio favor produzindo integrado com a natureza; com isso PRESERVA, com isso presta um bem imensurável para nos futuras gerações.