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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Que órgãos públicos recebem denúncias de agressões ambientais

                Que órgãos públicos recebem denúncias de agressões ambientais







 A perda da biodiversidade, cuja face mais cruel é a extinção de espécies, este cenário tem despertado maior atenção da sociedade sobre a importância da conservação destas biodiversidades, tema atualmente prioritário em algumas agendas políticas municipais, estaduais e nacionais como resultado da ação humana, nas últimas quatro décadas já foram extintas mais de 450 espécies de animais. Caso as tendências atuais não sejam revertidas, as projeções mais recentes apontam números assustadores para as próximas décadas, com isso a criação de um Parque municipal ou estadual, ou até mesmo uma unidade de conservação caracterizaria a vontade de fazer algo concreto para com nosso ponto turístico mais importante; aqui a semana do meio ambiente não tem muito a comemorar a extinção da fauna e flora do Botucaraí e também toda a fauna e flora local é depredada sistematicamente, aqui em nosso ponto turístico e em todo o município, vejo a secretaria de meio ambiente apática; não sei se fingem fiscalizar, sei que semanalmente vejo as margens de ruas, estradas, rios, encostas e topos; ferimentos irreparáveis na mata atlântica, ferimento tanto faunísticos quanto da flora ainda remanescente. Já na montanha, está fiscalização meia boca põem em risco toda à história do símbolo de nossa Cidade; um símbolo cultural, histórico e ecológico.




 A conservação e a proteção da flora e da fauna, que tem como principal objetivo preservar a biodiversidade, a paisagem excepcional e os ecossistemas presentes neste trecho de mata no extremo sul da Mata Atlântica. A flora está sendo literalmente queimada e também metaforicamente a fauna está sendo queimada à chumbo, com isso atividades de recreação em contato com a natureza como uma boa pescaria, mascaram tais truculências.



Aqui, um simples comprometimento com Morro Botucaraí evita depredações com arranque de mudas, corte de árvores, captura e caça de animais silvestres, mas se tudo isso falhar tem outras possibilidades.







Quando uma depredação é local o município se responsabiliza, mas órgãos municipais deparam-se muitas vezes com interesses totalmente contrários, e não é feito nada para sanar o problema. 

Oportunamente e em comemoração à semana do meio ambiente 2017, abaixo tem algumas formas de repreender tais depredadores.

PROBLEMAS COM:

1. Caça, pesca, comércio ilegal e cativeiro de animais silvestres:
2. Tráfico de animais silvestres:
3. Denúncia e dúvidas sobre desmatamentos:

Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis)

É o principal órgão do governo federal para fiscalização e controle ambiental. Sugestões, reclamações, pedidos de informações e denúncias sobre agressões ao ambiente (caça e comércio ilegal de animais; poluição do ar, da água ou do solo) podem ser feitas pela Linha Verde (0800-618080), um serviço da Ouvidoria do Ibama que recebe qualquer denúncia ou pelo próprio site da entidade, pelo link:
                          http://www.ibama.gov.br/fale-com-o-ibama

                                      Ibama de Santa Maria


Tarso Isaia
Chefe de Unidade Avançada de Santa Maria

Endereço: Avenida Fernando Ferrari, nº 1776 - Cep: 97050-800 - Santa Maria/RS

Telefax: (55) 3221-6843 e-mail: tarso.isaia@ibama.gov.br

Após o encaminhamento da denúncia para atendimento, a unidade responsável tem um prazo de até 30 dias para se manifestar.

Órgão estadual de ambiente (secretarias, diretorias ou departamentos – Estado do RS)

Atende a casos de poluição sonora, do ar, caça e comércio ilegal de animais silvestres e derrubada de árvores. Entrar em contato com as regionais mais próximas.

Polícia

A agressão ambiental é crime. Tanto a Polícia Civil, quanto a Polícia Florestal e de Mananciais, que faz parte da Polícia Militar, podem autuar, aplicar multas, embargar obras e apreender materiais utilizados durante uma infração ambiental.

Polícia florestal:

2º GRUPO DE POLÍCIA AMBIENTAL – SEDE: CACHOEIRA DO SUL
TELEFONE: 51 3723 1515 e 9611 4619
E-MAIL: 2babm-crs@brigadamilitar.rs.gov.br
ENDEREÇO: Rua Sete de Setembro Nº. 1040, Centro – Cachoeira do Sul -   CEP 96.508.010



 De mananciais: Fepam

Sede (Porto Alegre)
Av. Borges de Medeiros, 261 CEP: 90020-021
Fone: (51) 3288.9444
Regional Centro-Leste(Santa Cruz do Sul) Av. João Pessoa, 199
CEP: 96820-454
Fone: (51)3715-6636 / (51)3711.6655
e-mail: balcao-santacruz@sema.rs.gov.br



Renctas (Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres) - encaminham denúncias (compra, venda ou transporte ilegal). O contato pode ser feito pelo telefone (61) 3368-1002 ou pelo link                                
                                              http://www.renctas.org.br/


Caixa Postal 6231 – CEP 70.740-971 | Brasília-DF Telefone: (61) 3368-1002
E-mail: renctas@renctas.org.br



Prefeituras

Agem em casos de poluição sonora, lixo, construções clandestinas em áreas de preservação ambiental, praças ou jardins mal-conservados, extração irregular de argila e areia e demais problemas no âmbito municipal. Caso não haja órgão municipal competente, contate o gabinete da prefeitura.

domingo, 9 de abril de 2017

As nascentes do Morro Botucaraí

                                      
                          As nascentes do Morro Botucaraí




Tendo em vista a vital importância da água de boa qualidade e a possibilidade de ocorrer a sua escassez aqui e em várias regiões, surgiu boatos que mexeriam na fonte do Morro Botucaraí porque por vários anos ela está impropria para o consumo; não sei se por ignorância, arrogância ou pura falta de conhecimento de secretários passados, que autorizavam a colocação de casca de arroz para a encenação da paixão de Cristo, esta casca apodrece e se infiltra em um dreno a muitos anos colocado para encher a cisterna, para daí sair na fonte que a gente conhece.



 Um agravante é que nunca teve banheiros e os turistas tem que se esconder atrás da capela para fazer o 1 e o 2; daí chove e a água da chuva com coliformes e matéria orgânica da casca apodrecida, se infiltra no dreno e na cisterna, contaminando a água pura filtrada pela mata do Botucaraí.


















                             As nascentes do Botucaraí:(círculos vermelhos).

Vou tentar ser bem objetivo, veja na foto abaixo; são 4 nascentes principais todas igualmente fortes como a Santa fonte, todas mais ou menos na mesma altura ao redor do manto do Morro Botucaraí, existem outras pequenas mais abaixo, mas as principais são as 4 nascentes.


A 1ª é a Santa fonte que juntamente com a 2ª ficam no lado sul do Botucaraí, formam o arroio que passa pela propriedade do Riqueto Furlan.

A 3ª vertente fica ao lado Leste, formando um arroio na estrada da Boa Vista.

A 4ª vertente fica do lado oeste, formando o arroio por onde a maioria dos turistas passam, na entrada pela 287 logo acima o arroio atravessa imponente a estrada de chão batido, água esta que acima da estrada é captada e abastece moradores abaixo.





Por isso é extremamente delicado mexer em vertentes que desaguam em um mesmo nível, ou qualquer outra, corre o risco de estanca-la e ela simplesmente desaguar pelas outras ou não mais.
Boa parte da água que alimenta estas nascentes se deve pela mata do Morro Botucaraí, onde a água da chuva encharca a mata, esta água escorre para o solo que é absorvida como uma grande esponja, onde é filtrada e liberada lentamente pelas vertentes, por isso que a preservação das matas são tão importante.






Em um futuro bem mais próximo do que muitos imaginam, esse problema tornou-se uma das maiores preocupações de especialistas e autoridades no assunto, a preservação das matas, principalmente as de cabeceiras, devem ser tratadas como algo de mais importante que existe em uma propriedade rural, pois são elas as responsáveis pela existência das nascentes que por sua vez, são fontes de água valorosas para a humanidade.





Uma nascente é também conhecida como olho d’água, mina d’água, fio d’água e fonte, nada mais é que o aparecimento, na superfície do terreno, de um lençol subterrâneo, dando origem a cursos d’água. As nascentes são fontes de água que surgem em determinados locais da superfície do solo e são facilmente encontradas no meio rural. Elas correspondem ao local onde se inicia um curso de água (rio, sanga, córrego), seja grande ou pequeno. As nascentes (ou mananciais) se formam quando o aquífero atinge a superfície e, consequentemente, a água armazenada no subsolo jorra (uma grande esponja) na superfície do solo.








Além disso, atualmente, a água está sendo apontada como um recurso natural de altíssimo valor econômico, estratégico e social, tendo em vista que todos os setores de atividade humana necessitam fazer uso da água para desempenhar suas funções.






As estratégias de preservação das água doce e nascentes devem englobar pontos básicos como: controle da erosão do solo por meio de estruturas físicas, barreiras vegetais de contenção, minimização de contaminação química e biológica, evitar ao máximo as perdas de água doce para a poluição, como jogar o esgoto em córregos e rios sem ser tratado sendo que cidades abaixo captam a água, filtram-na, desconta minam-na com muitos  químicos; após isso o ciclo se repete, bebemos novamente; sendo que a água a poucos KM acima era mais pura, sai fulano e entra ciclano e isso nunca muda...      “TÁ LOCO” ...



segunda-feira, 13 de março de 2017

Da decepção à preservação


Da decepção à preservação


Como regra geral as decepções fazem parte da nossa vida, nos tempos de hoje as decepções políticas são as mais comuns, tais pensadores ardilosos brasileiros fazem com que defendemos tais bandeiras chochas, bandeiras sem propósitos à não ser o de governar a qualquer custo. É literalmente um jogo de xadrez, onde o rei e a rainha se equivalem a presidente de entidades, sindicatos, setores da comunidades, enfim pessoas que influenciam o maior número de votos possível; basta coloca-los no bolso, tipo empregar a família toda, ou apenas um cargo de confiança, criar novos cargos; contudo, rechear secretarias de CCs, seria bom se fossem trabalhadores daqueles de antigamente que saiam com uma “chipa” nas costas, se bobeasse limpava todos os bueiros em um dia, numa cidade do tamanho de Candelária por exemplo, este Brasil  é incrível!


Ainda bem que minha cidade querida de Candelária continua firme e forte com a tendência brasileira de diminuir o trabalho braçal nas repartições públicas para aumentar as terceirizações em âmbitos federais e estaduais, já as prefeituras se não usufruir de tal trabalho não anda, não cresce não pode ser 10 para mandar 5, deve ser 1 para mandar 10; enfim vamos para preservação...





 Voltando então para as poderosas forças sociais que causam a integração insustentável entre os modernos sistemas agrícolas e os ecossistemas. A fonte básica de recursos humanos insustentável contra o ecossistema, hoje, somos nós a expansão humana, juntamente com uma economia em expansão que faz exigências excessivas sob o ecossistemas. O capítulo de nossa década vai descrever como modernas instituições econômicas em nome da crise vão motivar os indivíduos a utilizar recursos do ecossistema, de modo que serão insustentáveis no final desta década.











Este desequilíbrio biológico, resultante de atividades humanas desordenadas, causa perturbações, a curto, médio e longo prazo, nos ecossistemas naturais, mas logo se revertem estas perturbações ao próprio homem, uma vez que ele vive e depende do meio ambiente para continuar a sobreviver.
 Aqui no Rio grande do sul mais precisamente no centro do estado tal compromisso de fiscalização fica a cargo dos órgão municipais; cabe a nós fiscalizar e cobrar os impactos locais. Um futuro local sem água potável, sem ar respirável, sem florestas, sem fauna e flora em equilíbrio é primeiramente de responsabilidade local depois estadual e depois federal.







Tais órgão tem o dever de manter água, solo, flora e fauna, impedindo o esbanjamento dos recursos de estoque como a água, mantendo o volume e a quantidade em níveis adequados de modo a atender as necessidades de toda a população e das gerações futuras. Essas gerações deverão ter, no mínimo, as mesmas necessidades e direitos que as atuais.






 Aqui nosso maior exemplo são nossos pontos turísticos, como cascata da ferradura, ponte do império, Morro Botucaraí; onde os recursos da flora, da fauna e principalmente hídricos, não são preservados como deveriam. Tais recursos são patrimônio nacional, e um povo com recursos naturais debilitados torna-se vulneráveis em todos os sentidos. Contudo, é um problema mundial, produzir a qualquer preço dos grandes latifundiários; mas felizmente a produção familiar é a única que está gradativamente tendo um maior cuidado com os recursos no entorno de suas lavouras, e a agricultura orgânica é uma que mescla alguns recursos em seu próprio favor produzindo integrado com a natureza; com isso PRESERVA, com isso presta um bem imensurável para nos futuras gerações.






domingo, 8 de janeiro de 2017

Tratem o Morro Isolado mais alto de Estado como tal.



A perda da biodiversidade, cuja face mais cruel é a extinção de espécies, este cenário tem despertado maior atenção da sociedade sobre a importância da conservação desta biodiversidade, tema atualmente prioritário nas agendas políticas municipais, estaduais e nacionais como resultado da ação humana, nas últimas quatro décadas já foram extintas mais de 450 espécies de animais. Caso as tendências atuais não sejam revertidas, as projeções mais recentes apontam números assustadores para as próximas décadas, com isso a criação de um Parque municipal ou estadual, ou até mesmo uma unidade de conservação caracterizaria a vontade de fazer algo concreto para com nosso ponto turístico mais importante; com isso consolidaria a não extinção da fauna e flora do Botucaraí e também não poria em risco toda à história do símbolo de nossa Cidade; um símbolo cultural, histórico e ecológico.





 A Conservação e a Proteção da flora e da fauna, que tem como principal objetivo preservar a biodiversidade, a paisagem excepcional e os ecossistemas presentes neste trecho no extremo sul da Mata Atlântica, e com isso também possibilitando atividades de recreação em contato com a natureza, turismo ecológico, cultural e religioso; alavancaria Candelária no cenário turístico estadual.


Se Parque Municipal, UCs, ou um simples comprometimento com Morro Botucaraí terá que ser dividido em zonas com diferentes restrições de uso: as zonas de uso intensivo são as que têm menos restrições a atividades de visitação; as zonas de uso extensivo e zonas primitivas têm regras específicas de uso e capacidade máxima de visitantes estabelecida; e as zonas intangíveis, que não permitem acesso aos visitantes e são voltadas exclusivamente para preservação da biodiversidade. Quer dizer manter os visitantes na trilha, nas áreas destinadas ao lazer e evitar depredações com arranque de mudas, corte de árvores...







Algumas áreas oferecem riscos aos visitantes; são pedras escorregadias, animais peçonhentos, entre outros, tudo isso é passíveis de acidentes para os quais os visitantes devem estar sempre atentos. Já os visitantes ficarão responsáveis pelos seus atos e pela própria segurança e de que venha estar conduzindo, devendo observar e respeitar os avisos, orientações e normas apresentadas em placas.

                                       
  De toda a infraestrutura do Morro Botucaraí, duas nós julgamos de suma importância para um real e palpável ato de realmente querer protegê-lo e usufruir conscientemente de seu grande potencial turístico, tanto ecológico quanto religioso.



Primeiro, diante das dificuldades financeiras várias formas baratas de fazer uma revitalização da trilha, como a reutilização de materiais como pedras e trocos mortos servem muito bem como contentores e desviadores de água pela trilha, juntamente com algumas costaneiras fazem com que trilha fique segura e conserva-se a trilha por mais tempo; faz tranquilamente mais de 15 anos que ela não é revitalizada.



Segundo, paliativamente, mas também bem feita pode se tornar definitiva se bem feita; seria a colocação de um corrimão de espia de aço fixada em uma base concretada no centro da trilha fazendo com que os visitantes que descem não atrapalhem os que sobem, deixando um fluxo livre e rápido nas parte com maior risco; que vai do 305m até o 425m e o outro do 512m até o 620m; que é a extensão total da trilha.







      
                                                           Pontos Importantes:  
    
 A Secretaria de turismo deve ter ligação direta com a Patrulha Ambiental e Órgãos públicos; fiscalizadores e punitivos para manter a lei e a ordem no Moro, fiscalizando acampamentos no topo, criar locais de acampamentos para Camping, churrasqueiras e trilhas não sendo permitido andarem, acamparem em locais fora dos estipulados, enfim fiscalizações eventuais no morro.
 Na semana Santa o ideal era não permitir qualquer tipo de comercio ao redor da Santa Fonte, ficando o local somente para orações, encenações, locais para fazerem suas preces, e descanso; o comercio ficará em local a definir, mais à baixo.
Ano a ano víamos acampamentos no topo, nas trilhas onde cortam arvores nativas e fazem estruturas para barracas primitivas isso realmente compromete toda a renovação de mata, regredindo ano a ano sua renovação.

                                    
                     Conclusão do Grupo de Apoio,Ações e Ideias Ambientais:

A conservação do Morro do Botucaraí deveria tem como objetivo a preservação dos ecossistemas naturais relevantes ao município, a realização de pesquisas científicas, a recuperação de áreas degradadas no morro, o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza, mas principalmente a grande relevância cultural e religiosa que ele possui.

 A fim de concretizar e comparar a preservação, os estudos feitos na área pela fundação de Zoo Botânica, novo estudo feitos por acadêmicos, e certamente virão muitos outros; teremos comparativos com o passar dos anos; com isso o Morro Botucaraí terá futuro, não terá um fim trágico, com um incêndio acabando totalmente com sua vegetação do topo ou um grande deslizamento acabando por desfigurando sua silhueta tão conhecida, todos vocês sabem que incêndios estão ocorrendo e deslizamentos também já ocorreram!

 O futuro do Morro Botucaraí é agora, aquelas mesmas ideias retrógradas destinadas a garantir a integridade do Botucaraí nunca funcionaram, cuidem agora da fauna e da flora e recursos hídricos ali contido, tratem o Morro Isolado mais alto de Estado como tal.


                    Marcelo Coimbra da silva/Grupo Gaaia Candelária.