Médicos sem Fronteiras!

Médicos sem Fronteiras!
Médicos sem Fronteiras! Doe 30 reais por mês...

Canal do Gaaia no youtube!

Loading...

domingo, 6 de julho de 2014

Tamanduá-mirim em 2009 no Botucaraí.

Tamanduá-mirim também foi visto no Botucaraí em 2009.






Tamanduá-mirim


Tamandua tetradactyla


Em Candelária ele está aparecendo com frequência, vindos do norte do estado (centro serra) onde é um pouco mais preservado e com matas e vales de difícil acesso; aqui devido à falta alimento e de matas com movimentação de pessoas, ele se sente pressionado sendo obrigado e se deslocar, com isso ele se desloca sem rumo e por margens de lavoras, casas e matas ciliares ralas.


Isso acontece com vários animais: ouriço cacheiro, veado-bororó-do sul, cutia, paca, jaguatirica, entre outros, os casos de aparecimento do tamanduá-mirim que acompanhei e também relatos de caçadores é que sempre ocorreram, só nunca tinha sido divulgados; as lembranças sempre ficavam “pregadas no galpão até apodrecer.” (Pele pregada no galpão para secar).






Locais com Picada Ross, Cortadinho, Linha Ana, Morro Botucaraí, agora recentemente Linha do Rio(jornal de Candelária), é lamentável que só em dois casos os tamanduá-mirim saíram com vida, um animal inofensivo e tão importante para combater pregas como formigas e cupins, ele já é por natureza mais lento, com um filhote nas costas isso fica mais difícil ainda, em 2009 no ano do primeiro deslizamento eu fiquei frente a frente com um solitário tamanduá –mirim, ele descendo de uma arvore mas questão de minutos ele desapareceu, acha que entocou- se logo adiante.









Veja algumas curiosidades do tamanduá-mirim:



Vive solitário. Alimenta-se de cupins, formigas e abelhas. O tamanduá-mirim pode ser visto alimentando-se no chão ou nas árvores. Ao contrário do tamanduá-bandeira que apresenta cauda com pelagem densa, o tamanduá-mirim tem uma cauda preênsil que o auxilia quando está nas árvores. As garras dianteiras são longas, mas não tanto quanto às do tamanduá-bandeira, mesmo se considerarmos as diferenças de tamanho entre os dois animais.

Normalmente é vagaroso, mas quando perseguido pode fugir rapidamente ou erguer-se nas patas traseiras em postura defensiva, como na foto. Quando não está ativo, descansa em buracos de árvore, tocas abandonadas de outros animais ou em outras cavidades naturais. A fêmea da espécie produz geralmente um único filhote depois de um período de gestação de cerca de 160 dias. O filhote é carregado no dorso da mãe ou deixado em alguma toca e quando fica mais velho pode acompanhar a mãe em suas atividades de alimentação.

Ele é um mamífero que está sendo extinto por queimadas, ataques de cães, caça. Mas nenhum bicho desse mundo pode ser massacrados desta forma!


domingo, 22 de junho de 2014

Montanha do Botucaraí em estudo!








Compreensão da gravidade da extinção de espécies e da alteração irreversível do ecossistema do Morro Botucaraí.

Sustentabilidade, assim define-se o uso dos recursos renováveis de forma normal e de forma adequada para o Botucaraí, em que a quantidades compatíveis de trilhas se ajustem com sua capacidade de renovação da flora e da fauna, para que a montanha do Botucaraí torne-se uma soluções economicamente viáveis para suprir as necessidades turísticas da região.

Um parque, com o mínimo de infraestrutura já surtiria um efeito enorme no turismo de Candelária, hoje com nenhuma estrutura ele é visitado quase que diariamente, fortalecendo isso, além de visitarem o morro eles consumiriam mais na cidade.


Algumas das ideias fundamentais para a estruturação do Botucaraí é o conhecimento através de estudos aprofundados em toda área à ser inserida no refúgio. Já na Idade Moderna muitos desvinculam a ideia de preservar da ideia de utiliza-lo com sabedoria; Afirmando trabalhos e buscando a objetividade científica, mostra as espécies ali inseridas, com isso os seres vivos e os elementos ali contidos poderão deixar de serem destruídos no futuro.

O valor místico e cultural do Botucaraí descritos em diversos momentos da história aqui na região, serviu para multiplicar em muito seus peregrinos e turistas. Tal concepção se estruturou mais na fé da sociedade aqui da região. Assim, acabou contribuindo para legitimar a manipulação e corte de arvores de leis nos anos 60,70 e 80, ainda hoje vemos vários vestígios desta época.

Hoje percebo mais claramente, graças ao Alessandro e a Anelise que o conhecimento é que vaí possibilitar enxergar o Botucaraí como um todo, isso é extremamente necessário, com isso, essa dinâmica de trocas permitirá a construção de um sonho que seja sustentável e principalmente preservador.
                                                                                       Marcelo/Grupo Gaaia.


Curiosidades pesquisadas por: Alessandro Abreu Fávero


Segundo o pesquisador Padre Bauduínio Rambo, em 1956. O Cerro do Botucaraí parece um castelo truculento de rochedos, com uma grande variabilidade de aspecto e descreve que visto ao norte parece um único pilar rochoso, estreito e truncado; visto de Santa Cruz, apresenta-se como largo tabuleiro de regular declividade; visto do sul, transforma-se em estreita aresta, uniformemente inclinada sobre a planície. Voando de avião ao redor descobre-se a sua verdadeira forma: em sentido Leste-Oeste, aparecem às faces compridas da aresta, fracamente inclinadas na base, verticais deste o terço de altura em diante; em sentido Sul-Norte, aparece a face curta, produzindo a impressão de longa aresta; em direção Norte-Sul apresenta-se a parte mais alta do norte, onde os paredões são mais elevados e íngremes (RAMBO, 1956, p. 342).





Mollinedia schottiana (Spreng.) Perkins (Monimiaceae) - capixim, pimenteira. Coleta na Montanha do Botucarái, em 19 de junho. Parceria com o grupo Gaaia (Marcelo Coimbra)



Cabralea canjerana (Vell.) Mart. Coleta na Montanha Botucaraí no dia 19 de junho. Com a parceria do GRUPO GAAIA (Marcelo Coimbra).





quinta-feira, 5 de junho de 2014

Candelária, 05 de Junho de 2014.


Candelária, 05 de Junho de 2014.

Dia Mundial do Meio Ambiente,

Blá, blá, blá... 


 




Eu vejo pássaros, plantas e animais maiores como quatis, jaguatiricas, graxaim, gato do mato, enfim, toda a fauna que sempre habitou nossas matas. Por anos estão sendo extintos ou isolados em pequenas manchas verdes cercadas de cidades e lavouras por todos os lados. Um bom exemplo para nós é o Botucaraí.



Nosso senso maléfico para equilibrar isso está funcionando?!


O sentimento de “não estou nem aí para o meio ambiente” com certeza está superando aquele sentimento preocupado de como estamos tratando o ambiente onde vivemos; mas e aí! Perdemos todos! Não tem vencedor!Só terá perdedores!


É um adeus invisível, mas sensível. Sem árvores, nossas fontes estão secando, silenciosas, vítimas da erosão provocada pelo desmatamento.


Um adeus invisível, mas sensível aqui no sul, onde a mata atlântica é literalmente desfolhada, como é feito em todo o País, mas aqui ela não é só desfolhada ,ela é desmatada, “desbroméliada” ,“desbriófitada”,“desavifaunizada”, “deslenhada”,“desanimalizadas
de uma forma normal e com aval.


Para quem viveu nos anos anteriores a 50 e 60, desmatar aqui na região era necessário e essa cultura ficou impregnada no sangue da nossa gente e isso passou de geração em geração até os tempos de hoje; tudo isso juntando com uma região fumageira, que necessita de lenha para a secagem do fumo, por muitos anos a mata atlântica foi queimada sem controle.


Já nos últimos anos as fumageiras não permitem mais usar a lenha nativa para a secagem do fumo, mas ainda é queimada “clandestinamente “junto com a lenha de eucalipto.


Mas a onde?

Lá naquelas propriedades de difícil acesso!


E o orientador das fumageiras não faz o seu papel de orientá-los?

Diz que faz!


Lenha nativa de onde?


Lenha tirada raleando a mata nativa, bem devagar, não invisível em parte, mas sensível.


Hoje na formação de novas lavouras, a mata atlântica só não é mais afetada porque boa parte da mata fica em locais de difícil acesso para lavouras, e o declive ou aclive é muito acentuando dificultando o plantio e a retirada de lenha nativa.


Um ponto importante para o recuo dos “desmatadores” foi às imagens via satélite que estão cada vez mais precisas; agora com a nova atualização Google, novas versões dos GPS, qualquer um pode vistoriar locais desmatados, comparar anos anteriores, em fim estamos evoluindo para um só pensamento, preservar!


Um dos grandes problemas gerados com esta falta de mata nativa, mesmo reduzida e muito fragmentada, estima-se que na Mata Atlântica existam cerca de 20.000 espécies vegetais (cerca de 40% das espécies existentes no Brasil), incluindo diversas espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. Com a falta de alimentação os animais saem dos fragmentos de mata com isso estimula o extinto caçador do “sulino”, tanto de alçapão quanto de espingarda são caçadores vorazeis, em pouco tempo ceifam a vida de animais por “................”.
 



Levando a que? 


À que sentimento?!



Um sentimento de superioridade? Talvez!


Meu pai foi caçador, tenho amigos caçadores, mas até hoje pelo o que eu consegui entender; isso tudo é feito por diversão!?




Marcelo/Gaaia.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Mãe-da-lua no Botucaraí.

            

                                                              Mãe-da-lua ou Urutau










A mãe-da-lua é uma ave da ordem Nyctibiiformes da família Nyctibiidae.
Seu nome significa: do (grego) nux = noite; e bios = vida; nuktibios = aquele que se alimenta na noite; e do (latim) griseus = acinzentado, cinza. ⇒ (Pássaro) cinza que se alimenta a noite.
Mãe-da-lua é também chamada por alguns de urutau, por muito tempo em minha infância confundia a vocalização da mãe da lua com sendo os gritos de acasalamento do ouriço cacheiro; poucas vezes pude ter a sorte de estar com câmera ou luz suficiente para poder fotografar o urutau no Botucaraí, geralmente ele fica nas bordas da mata onde facilita a caçada noturna de insetos.



Urutau que em tupi-guarani significa ave fantasma.
 A mãe da lua tem hábitos noturnos e durante o dia ela permanece imóvel e camuflada evitando predadores, mas para acha - lá não é fácil ela fica quase invisível. Aqui no Rio Grande do Sul o urutau  gosta de camuflar-se em timbaúva ( Enterolobium contortisiliquum)na beira de matas, capões ou sangas.



Ela é tão cuidadosa; que fica o dia todo na mesma posição e consegue identificar movimentos com os olhos fechados, graças a um pequeno orifício em cada pálpebra e defeca encima do galho para não atrair predadores, ela também não se movimenta até aproximadamente 4 metro de aproximação humana, experiência vivida por mim em  duas oportunidades; mas para acha-lá observe com atenção as pontas dos galhos secos que certamente você verá o urutau.



Algumas características:
A mãe da lua vocaliza  durante a noite, que  assemelha-se a um: hu,hu,hu,hu,hu,hu bem distante .
Mede cerca de 40 centímetros de comprimento, 80 centímetros de envergadura e pesa entre 160 e 200 gramas (macho). De cor cinza ou marrom. Possui uma adaptação única em aves, chamada de "olho mágico". São duas fendas na pálpebra superior, as quais permitem que fique imóvel por longos períodos, observando os arredores, mesmo de olhos fechados.


Alimentação:
Alimenta-se de insetos noturnos, em especial de grandes mariposas, cupins e besouros, os quais caça em vôo.


Reprodução:
Põe um ovo, em cavidades de tocos ou galhos, a poucos metros acima do solo, incubando-o por cerca de 33 dias. O filhote permanece no ninho em torno de 7 semanas.





sexta-feira, 18 de abril de 2014

Sexta feira Santa sem lixeiras na trilha!

Sexta feira Santa sem lixeiras na trilha!


 Este ano resolvemos não colocar lixeiras na trilha como foi feito nos anos anteriores, isso servirá de alerta para a necessidade de levar a sério os pontos turísticos do município, onde pelo menos lixeiras e o mínimo de estrutura para turistas têm que ser feito! Turistas de toda a região visitam semanalmente o Botucaraí e viam uma trilha limpa, mas não pela preocupação de muitos; e sim a preocupação de poucos.

Poucos não ocupavam as lixeiras na trilha durante a sexta feira,mas no restante do ano é que eram deixados restos de alimentação, acho que por esquecimento e também por falta de lixeiras fixas no topo, na trilha e principalmente ao redor da fonte.Tínhamos que catar latas, litros, sacolas fora da trilha,também abaixo do mirante,( lugar de difícil acesso e ainda não conseguimos limpá-lo totalmente) sinal que sempre é jogado lixo de lá ainda.
 Os pequenos papéis como de bala e outros é que também dificulta a limpeza, e para que vê na trilha, sempre o comentário é inevitável,mas daqueles que tem uma consciência e um sentimento diferente em relação a nosso pontos turísticos. 




Durante os finais de semana o Botucaraí é visitado por turistas de toda a região, só quem esta por lá para perceber quanto é importante disponibilizar o mínimo de estrutura e informações da qualidade da água. Para estes turistas é indispensável saber que água está sendo consumida, todos que vem conhecê-lo, sempre coletam e consomem está água dita milagrosa ; podemos dizer que este ponto turístico é mais estadual que municipal!






O Morro Botucaraí sempre foi usado como um recurso renovável,que não é!
 Todos os dias arrancam-lhe um naco de sua riqueza, esta predação durante anos conseguiu destruir com boa parte das bromélias,e os animais que reproduzem e vivem em função dela,isso e inúmeros outro exemplos de destruição de ciclos de diversidade de flora e fauna, preocupa mas ainda não sensibilizou um numero maior  de entidades, só a devastação total da avifauna que preocupa no momento.

  Desde os anos em que seu topo foi devastado, onde arvores centenária foram cortadas; pois bem isso ainda não parou, que vai andando pela trilha, no topo, em seu entorno, sempre tem um vestígio de desmatamento.




Não está longe a ordenação através de lei para o uso do Botucaraí com consciência de mantê-lo intacto para nossas futuras gerações; hoje assim como está não suportará tal declínio de flora e consequentemente a fauna rapidamente também desaparece e se extingue;  desde quando ele foi tachado como santo e usado constantemente sem nenhum cuidado ele tranquilamente já perdeu mais de 40% de tudo que existia em seu entorno.

Marcelo Coimbra da Silva/Grupo Gaaia.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Agradecimento ao Mateus, Matias e Fernando pela participação no Gaaia!

               Agradecimento ao Mateus, Matias e Fernando pela participação no Gaaia! 
Gurizada foi muito importante a participação de vocês no Gaaia, sei que não fizemos muito mas conseguimos passar uma mensagem positiva desde 2009, com textos em jornais e na mídia social, valeu muito o acampamento na lagoa quando comemos sanduíche de carne moída, feita naquela panelinha  do Henrique, que desde então nunca mais limpou, depois do fogaréu que o Chico fez!

ó dindos!














Veja os videos!

  Primeiro vídeo..



semeando!    

                   
semeado também a ideia!
Também agradecer o Douglas pelas participações no Gaaia, veja como esta cara come neste vídeo.assar como nesta ventania mas as crianças tem que comer.

                              Link-   assando na ventania, para de falar Marcelo!


                                 Marcelo Coimbra da Silva - Grupo Gaaia Candelária RS



domingo, 26 de janeiro de 2014

Porque Parque Ecológico do Botucaraí.

    Porque Parque Ecológico do Botucaraí.

Não é de hoje que se ouve falar de problemas ambientais. Eles vêm acontecendo com o passar dos tempos e o que vemos hoje é reflexo de má administração do passado; mas será que somos de alguma forma inocentes de tudo que estamos presenciando?
A resposta é: não! Todos somos responsáveis por tudo que acontece em nosso meio, aliás, temos até carga maior de culpa, pois com a tecnologia e conhecimentos que já se desenvolveram, teríamos que ser supostamente conscientes de que no futuro as coisas irão piorar e muito.



Mas é tão fácil falar, fazer campanhas e sair por ai distribuindo panfletos e anunciando aos quatro cantos da terra o que podemos ou não fazer para evitar problemas maiores; mas e na prática? Como funciona?

" Em Março de 2007 o Ministério do Meio Ambiente (Secretaria de Biodiversidade e Florestas) citou o Morro Botucaraí como Área Prioritária para Conservação,e uso Sustentável e Repartição dos Benefícios da Biodiversidade Brasileira Atlântica
Código: Ma005 Nome: Botucarai
Importância Muito Alta Prioridade: Extremamente Alta
Características: Floresta estacional decidual, com ocorrência de Araucaria angustifolia e Euterpe edulis; presença de espécies de aves e mamíferos ameaçados de extinção no Rio Grande do Sul.
Oportunidades: Ecoturismo. Educação ambiental.
Ameaças:
Presença de espécies exóticas. Caça predatória. Uso de agrotóxicos. Captura de fauna e flora silvestre para tráfico. Desmatamento sem licenciamento. Expansão de área agrícola. Extração de madeira. Isolamento e fragmentação de áreas naturais. “Turismo predatório.”"       Fonte: Ministério do Meio Ambiente



A população não tem a capacidade de parar e refletir seus atos, imaginar que lá na frente alguém padecerá por falta de água, pelos danos do aquecimento global e que nós, pessoas comuns temos o destino de muitos em nossas mãos.

Consertar os erros que vêm sendo cometidos de geração em geração é impossível, mas se nos esforçarmos poderemos amenizar grandes transtornos.

A humanidade não está leiga do que nos aguarda no porvir, todos sabem o que devem ou não fazer para preservar o que ainda temos, mas a falta de bom senso impede boas ações, prejudicando o mundo como um todo.

Minha proposta de intervenção é a de que além de darem palestras e fazerem anúncios do que está acontecendo, passarem a falar mais sobre o que irá acontecer, pois as noticias de hoje as pessoas já estão vendo e presenciando e acabam se acostumando com toda essa decadência ambiental, tendo como conseqüência nenhum tipo de espanto com os fatos ocorridos.

Veja, em uma citação de 1826, carta escrita pelo pesquisador Alemão Friedrich Sellow e enviada para o Barão Altenstein, ministro do Estado da Prússia, mencionando sua visita ao topo do Botucaraí: _”Aqui igualmente ouvem-se os urros do guariba e foge o tapir diante do caçador, a safar-se nos caldeirões dos córregos; e nos mais altos topos das arvores vibra a bigorna da araponga.”



Veja o quanto era rica a fauna naquela época, o guariba ou bugio não urra mais por aqui, a anta ou tapir e a Araponga estão praticamente extinta no RS; isso está acontecendo ainda, são espécies na lista de provavelmente extintas no RS e na lista de perigo de extinção que ainda sobrevivem no entorno do Botucarai; esperando uma maior fiscalização ou uma proteção definitiva como o Parque ecológico do Botucaraí.

Também a flora do Botucaraí tem história na literatura, onde Friedrich foi o primeiro botânico a estudar a flora rio-grandense, onde uma série de plantas da flora brasileira tem a designação in cacume Montis Botucarahy. Fonte:  Pesquisadora,Marli Marlene Hintz.

A humanidade precisa acordar, agir ... tudo só depende de cada um de nós que podemos fazer a diferença hoje.
Preservação ambiental é a prática de preservar o meio ambiente. Essa preservação é feita para beneficiar o homem, a natureza ou ambos. A pressão por recursos naturais muitas vezes faz com que a sociedade degrade o ambiente a sua volta, por isso é essencial as medidas de criação de estação ecológicas, parques ou UCs para que a preservação do meio ambiente seja plena.

A preservação ambiental é uma preocupação crescente por parte das pessoas, organizações e governo.  Desde os anos 60, a atividade de organizações de proteção do meio ambiente vem atuando em favor da preservação ambiental, para tentar garantir que tenhamos um planeta ambientalmente mais sustentável. Mas a preservação ambiental  no Morro Botucaraí já está esquecida a muito tempo, você viu no link acima desde 2007 no âmbito federal, no âmbito estadual a fundação de zoobotânica já pesquisou por diversas vezes mais pouco foi feito pelo Morro Botucaraí até mesmo a fiscalização nunca foi até o Botucaraí, falo isso porque estou sempre por lá,nunca vi!

Marcelo Coimbra da Silva/Gaaia Candelária RS.