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domingo, 14 de outubro de 2012

Matança consentida e autorizada!




Durante 4 meses me deparei com centenas de troféus pregados nas paredes dos galpões,troféus estes que não deveriam dar orgulho a ninguém, mas pelo que percebi;fazem questão de contarem tal fatos como forma de se auto promoverem como excelentes atiradores;onde o troféu é o couro do animal estaqueado na parede. O nosso ecossistema florestal desaparece diariamente com matanças diárias da grande fauna como a jaguatirica,gato do mato ,quatis ,bugios ,micos , pacas,cutias, veados e tucanos; os resquícios de mata sofreram tantas perdas que a Mata Atlântica está além de ameaçada,sua fauna e flora está sendo dizimada e extinta diariamente aqui no Centro do Rio Grande do Sul.
Para alguns aqui no Sul à conhecemos por “mato se valor ”, mas é conhecida mundialmente por Mata Atlântica; Abrangendo uma variedade de habitats florestais tropicais, a partir de florestas secas de florestas úmidas de mangues costeiros, a Mata Atlântica, uma vez esticada para cima e para baixo costa do Brasil, e cobriu partes do Paraguai, Uruguai e Argentina. Hoje, sobrevive em grande parte em pequenas áreas degradadas e áreas protegidas.
Para entendermos por que as áreas degradadas só aumentam; o pensamento é simples:
1º-Para que mais mato?
2º-Bah,no tempo do meu avô tinha menos mato do que hoje!
3º-Para que bichos? Temos que ter lugar para plantar, por isso derrubamos o mato!
4º-Os macacos estragam todo o meu milho, por isso eu tenho que matá-los!
5º-Bicho é para ser caçado!
6º-Eu caço na minha terra e quero ver alguém me proibir, e também planto e a onde eu bem entender a terra é minha!










Conclusão: “Este é o pensamento que predomina aqui no centro do estado do Rio Grande do Sul, criou-se uma certa ignorância com a falta de educação ambiental,tudo isso se agrava com a falta de fiscalização tão visível aqui no centro do estado mais precisamente nas regiões serranas; por ter sessenta por cento das espécies ameaçadas de extinção estão na Mata Atlântica. Devido estas séries de ameaças as espécies em pequenos fragmentos ficam cada vez menores.”




Embora a Mata Atlântica sempre teve a agricultura e os agricultores como seus maiores vilões; poucos se preocupam em fiscalizar um ecossistemas únicos, que abrigam um grande número de espécies encontradas em nenhuma parte mais na Terra.

Embora resta muito pouco, a Mata Atlântica deveria ter órgãos que realmente fizessem o controle de; registro para madeiras tropicais, expansão urbana e rural, o desmatamento para a agricultura e bicombustíveis, coleta de carvão, desmatamento para criação de gado, caça e caça esportiva, e o isolamento simples e pequeno tamanho de muitos dos fragmentos florestais têm colocado a Mata Atlântica em um verdade estado de crise.

Nas últimas décadas as organizações de conservação e governos começaram a reconhecer a importância dos e as pesadas perdas já incorridas pela Mata Atlântica. Uma série de projetos ambiciosos estão em andamento, incluindo reflorestamento grandes partes da terra, mas tem ainda de ser um ponto de viragem na degradação. Até à data, a cada ano um pouco mais da Mata Atlântica desaparece.

Duas das maiores cidades do mundo, São Paulo e Rio de Janeiro, foram ambos construídos sobre a Mata Atlântica. Crescente expansão urbana e rural tem cortado em bolsas remanescentes de floresta.


PERFIL DA BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA.


Apesar de haver tão pouca floresta, a Mata Atlântica permanece extremamente rica em biodiversidade e espécies endêmicas, muitas delas ameaçadas de extinção.

Novas espécies continuam a ser encontrado na Mata Atlântica, de fato, entre 1990 e 2006, mais de mil plantas floridas foram descobertas novas A área tem ainda rendeu novas espécies de primatas.
Um bom exemplo é o rato arborícola brasileira: Desaparecido há mais de 100 anos, esta espécie foi considerada extinta até recentemente, quando um número de indivíduos foram avistados. Na verdade, apesar de estar fora do radar dos biólogos durante um século, o rato arborícola brasileira (Rhagomys rufescens) é agora conhecido por habitar áreas mais do que qualquer um poderia esperar: ele é classificado como Quase Ameaçado. No entanto, teme-se que a sua população está em declínio devido ao desmatamento.











As ameaças de hoje à Mata Atlântica são muitas e variadas. Uma vez que a floresta estende ao longo de quatro países e abrange uma grande variedade de tipos de floresta, áreas diferentes têm ameaças muito diferentes.

Desmatamento de florestas para a agricultura, tanto industrial e de pequena escala, continua sendo uma das maiores causas para o desmatamento. Grandes lavouras da região permanecem café e açúcar. Vastas florestas também foram liberados para a criação de gado e plantações de eucalipto.

A expansão urbana de algumas áreas, fazem com que destruam bolsões de Mata Atlântica e também a proximidade de grandes áreas urbanas também apresenta problemas de poluição. Fora das áreas urbanas, cidades rurais e lavouras estão se expandindo também.

Para as espécies em fragmentos florestais remanescentes, a caça esportiva e a caça ilegal é um problema em algumas áreas. A pobreza é um problema em muitas partes da Mata Atlântica e as pessoas, desesperadas, tanto para alimentos e combustíveis, estão explorando os pequenos bolsões de floresta.


Consciência de conservação veio à tona em muitas partes da Mata Atlântica, além disso há uma série de novas iniciativas para proteger as florestas remanescentes e até mesmo o congresso regrediu votando leis que incentiva o desmatamento. No entanto, o sucesso de tais projetos continua a ser visto. Enquanto isso, a floresta continua a ser perdida e espécies continuam a ser extintas.


O gato-maracajá (Leopardus wiedii)






Saudades do Carlos Minc, quando ministro do Meio Ambiente do Brasil, onde disse que o governo pretende restaurar a Mata Atlântica a 20 por cento de sua cobertura original, o que exigiria o reflorestamento de uma estimativa de 150.000 quilômetros quadrados, maior que o dobro da cobertura florestal que sobrevive até hoje; era um plano ambicioso, mas justo em relação aos benefícios que a mata atlântica nos traz em relação a água; onde é nossa protetora das nascentes, arroios, rios. Onde Deputados insistem em avançar cada vez
mais, fazendo a agricultura produzir praticamente dentro dos arroios e rios!Certamente este texto terá sua devida clareza quando da falta do nosso bem maior para a sobrevivência que é a água, e também o desequilíbrio das espécies, aumentando certos tipos de insetos por falta de seus predadores naturais, que equilibravam suas quantidades;evitando tornarem-se pragas para nossa agricultura.





Marcelo/ Grupo Gaaia.