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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Interferências sem cautela!






                                                                                                                         
O Princípio Natural


Experiências passadas e presentes da intervenção  humano no ecossistema pode oferecer lições sobre como evitar  mais erros. Os problemas ambientais não são inteiramente novos;embora a maioria das sociedades no passado viveram em harmonia com o meio ambiente,  a maior parte do tempo. Tem  ocasiões em
sociedades que tiveram interações muito insustentáveis com o meio ambiente no caso o México.
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 Considerando as conseqüências  inatural pergunto: "Como as pessoas podem continuar refazendo tais erros graves, sabendo que o passado os condena, mas percebo  que a sociedade moderna continuar a repetir esses erros de hoje somente por que seu único objetivo é a ganância por dinheiro e o deixar de observar o meio em que vivemos. 

Como regra geral, intervenção humano no ecossistema é sustentável  até quando o sistema social e o do ecossistema são coadaptados como o dos indígenas  ribeirinhos,pescadores,catadores,etc. Por outro lado, a intervenção é menos sustentável para o meio ambiente  quando a co-adaptação é rápida e brusca. Mudanças bruscas no sistema social e no ecossistema pode atrapalhar coadaptação entre o ser humano e o meio ambiente, colocando em movimento uma cadeia de efeitos que reduz a capacidade de um
ecossistema de fornecer recursos  essenciais para nós seres humanos;onde a água  encaixa-se como o principal deles. Co-adaptação com o ecossistema  pode ser perdida quando as pessoas inserem   novas tecnologias, como os dessecantes, diretamente em lavouras ao lado de rios onde visivelmente a água escoa de volta para os rios contaminado e matando espécies consumidas pelo homem, exemplo o banhado do Taim no Rio Grande do Sul.

 voltando então para as poderosas forças sociais que causam a interação insustentável entre os modernos sistemas” agricolasociais” e ecossistemas. A fonte básica de recursos humanos insustentável contra o ecossistema, hoje, nós somos a  expansão humana, juntamente com uma economia em expansão que faz exigências excessivas sob o ecossistemas. O capítulo de nossa década vai descrever como modernas instituições econômicas vão motivar os indivíduos a utilizar recursos do ecossistema, de modo que serão insustentáveis no final desta década. Você  irá descrever o papel da urbanização, que corrói a
biodiversidade e a adaptação do ecossistema! Também aqui a  população urbanas se tornaram alienado de seu sistema de fiscalização ambiental local. A ascensão e queda das civilizações passadas fornece  indícios sobre  a exploração comercial agressiva dos recursos naturais, isso pode levar a ilusões sobre a intensidade do uso de recursos e o tempo que ele leva para se restinguir  isso acaba o princípio da precaução como uma forma prudente para garantir o uso sustentável dos recursos em fase de conhecimento incompleto sobre o quanto os ecossistemas esgotamento  pode  nos sustentar.
Este desequilíbrio biológico, resultante de atividades humanas desordenadas, causa perturbações, a curto, médio e longo prazo, nos ecossistemas naturais, mas logo se revertem estas perturbações ao próprio homem, uma vez que ele vive e depende do meio ambiente para continuar a sobreviver. Sem água potável, sem ar respirável, sem florestas, sem fauna e flora em equilíbrio, a qualidade de vida de o próprio homem encontrar-se ameaçada. Há muitos indícios de que as mesmas espécies marinhas e terrestres, que hoje estão se extinguindo, estão levando consigo substâncias presentes em seus corpos, que poderiam ser a solução de muitas doenças, o que já acontece com as  espécies de plantas e animais




Refletir sobre a natureza pode ajudar o homem a compreender melhor a vida ao seu redor.


Imagine: como seria o mundo conforme o plano original da natureza sem a intervenção humana?


A vida no planeta é ameaçada pela raça humana


Nossa qualidade de vida depende da preservação do meio ambiente. Fazemos parte dele. Veja neste quadro abaixo e reflita de que forma você pode diminuir tal interferência!

OBRAS DA NATUREZA
INTERVENÇÕES DO HOMEM (interferências sem cautela)
águas limpas (rios, mares, oceanos...)
despejo de esgoto não tratado, resíduos tóxicos, poluentes, desmatamento nas margens dos rios.
ar puro

emissão de poluentes (usinas, indústrias, carros), excesso de transporte individual (congestionamentos), queima de combustíveis fósseis (gases do efeito estufa que provocam as mudanças climáticas).
terra, vegetação
concreto, asfalto que impede o escoamento da água das chuvas provocando enchentes nas cidades (lixo nos bueiros).
ausência de lixo
descartáveis, montanhas de lixo, embalagens de plástico, metal, vidro, papel, detritos tóxicos, produtos que não se decompõe na natureza.
alimentos naturais / orgânicos
agrotóxicos (poluem o solo, a água e o ar).
sementes originais da natureza
transgênicos patenteados (sementes geneticamente modificadas em laboratório).
verduras, legumes, grãos, frutas...
alimentos com excesso de açúcar (refrigerantes), sal, gorduras trans e saturadas, aditivos químicos, fast-food.
florestas, biodiversidade
desmatamento, queimadas, avanço de pastagens e lavouras (monoculturas) sobre florestas nativas, extinção de espécies da fauna e flora pela destruição do habitat.
pássaros, animais livres
caça, tráfico ilegal, pesca predatória (captura acidental de animais marinhos), jaulas, gaiolas, confinamento (poedeiras), cobaias, maus-tratos, descaso com o sofrimento animal
terra, água e alimentos suficientes para todos
má distribuição, corrupção e falta de boa vontade do poder público, consumo insustentável dos recursos naturais (desperdício, depredação da natureza)
O ritmo de consumo dos recursos naturais disponíveis supera a capacidade de recuperação da Terra.
É o que mostra o Planeta Vivo, relatório bianual divulgado pela WWF.
Os números gerais indicam uma acentuada perda de recursos naturais; os dados mostram que o consumo é mais acentuado nos países desenvolvidos. Porém as maiores perdas (biodiversidade, biomas) encontram-se em áreas em desenvolvimento. Em 30 anos, 55% das populações de espécies tropicais desapareceram por causa da conversão de habitats naturais em lavouras e pastagens. No mesmo período, as populações de espécies de água doce analisadas sofreram redução de 30%. Em apenas dez anos, metade dos manguezais da América Latina foi destruída.


A “pegada ecológica” mede a demanda da humanidade sobre a biosfera (ex.: quantos hectares uma pessoa necessita para produzir o que consome por ano). De acordo com o relatório, os maiores consumos per capita de recursos são nessa ordem: Emirados Árabes, EUA, Finlândia, Canadá, Kuait, Austrália, Estônia, Suécia, Nova Zelândia, Noruega, Dinamarca, França, Bélgica, Reino Unido, Espanha, Suíça, Grécia, Irlanda, Áustria.


A demanda da humanidade é 25% maior do que a oferta de recursos naturais, a ponto de ameaçar a capacidade de regeneração do planeta.


Além da redução do uso de combustíveis fósseis, no relatório são sugeridas várias medidas urgentes como:

Planejamento familiar, oferecendo à mulher melhoras no acesso à educação, saúde e oportunidades econômicas; redução do consumo em países desenvolvidos; redução dos recursos usados na produção de bens e serviços; aumento das áreas produtivas com a recuperação de áreas degradadas e incremento na produtividade por hectare, levando em consideração aspectos tecnológicos e de degradação.


O desafio é desenvolver sem destruir

Receber influências e repetir o padrão de consumo americano é absolutamente insustentável para o planeta.


Muitas mensagens publicitárias pregam a cultura do consumismo e dos bens descartáveis. Isto resulta em mais poluição e lixo.


A população mundial será de 9 bilhões de habitantes em 2050(Fim do nosso Rio Pardo em Candelária-RS) segundo projeções da ONU. O crescimento econômico (aumento do consumo, da demanda por água, terra, alimentos, energia, produtos.) é uma grande ameaça para a biodiversidade e para a qualidade de vida no planeta em que vivemos.

Procure comprar somente produtos que realmente necessita, de boa qualidade e que não agridam a natureza desde a fabricação até o descarte. Reduza o desperdício, reutilize, compartilhe, repasse e recicle. Prestigie empresas com responsabilidade ambiental e social.

Adotar um estilo de vida mais simples, evitando supérfluos é uma opção consciente.

Lembre-se: O desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.


"Sonhamos com um pensamento unificado no futuro, para mantermos nosso Planeta habitável, só temos que deixar à arrogância, o orgulho e a ganância de lado; e substituir por um sentimento honesto para com o próximo e o meio onde vivemos".


Marcelo Coimbra da Silva/Grupo Gaaia Candelária RS