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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Entrevista da Triângulo com Pedro Régis.


Mensagem de nossa Senha para Candelária - RS.
Sobre as previsões de Pedro Regis, não podemos menosprezam a fé de cada um e principalmente a religião ou crença de cada individuo, muitos criticam, mas com isso fere a liberdade  de pensamento de cada um.

Tele Domingo do dia 11/12/2011. Veja neste link!



Cada pessoa deve filtrar notícias, tirando suas próprias conclusões; já faz alguns anos onde vi pela primeira vez os vídeos postados  no youtube por (joseclovis em 13/03/2008) sobre Pedro Régis , depois da reportagem no tele domingo do dia 11/12/2011, onde neste dia também em Porto Alegre ele fez uma palestra, podendo ser um dos motivos da reportagem; com isso viram que algumas cidades  do Rio Grande do Sul foram citadas, foi ai que iniciou o pânico geral.
Candelarienses reclamavam a não divulgação de mais informações sobre o assunto resolvemos colocar no blog informações sobre o Pedro Regis, a mensagem e seus vídeos no youtube já que até o dia 13/12/2011 não está disponível a reportagem do dia 11/12/2011.
Mas para quem tinha a esperança de que nas mensagens de Pedro Regis, defini-se data e hora para algum o acontecimento; se frustra ao ler a mensagem,  todas as mensagens falam de modo subjetivo onde fica de livre  interpretação, deixando cada pessoa fazer conforme sua fé,a sua própria interpretação.


Entrevista com Pedro Régis para a Triângulo de Candelária (104,3).

 
Mas o que temos de aprender com este acontecimento marcante para nossa cidade, é sempre ficarmos alerta, mesmo que alguns não acreditam em absolutamente em nada,enfim; não são os vídeos, as previsões, mas o risco real que iremos ter, somente quem mora as margens do Rio Pardo como nós candelarienses, isso nos assusta e queremos que não construam tais barragens; mas temos que conscientizar a população das cidades a onde serão construídas as barragens, para estas cidades não haverá nenhum risco de serem varridas do mapa, portanto será de difícil conscientização.
Marcelo Coimbra da Silva.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Museu Municipal de Candelária - RS





Encontrado em Candelária fóssil de dinossauro de mais de 220 milhões de anos


Veja neste vídeo como é difícil fazer algo voluntário sem ajuda ou apoio de órgãos públicos, somente com muita perseverança de fazer o que se acredita, por isso agora temos mais que agradecer a perseverança de Rodrigues, Steffanello e Janete, graças a eles hoje nós temos esta grande riqueza de fósseis e temos também que lembrar o trabalho voluntário destes verdadeiros “voluntários” que se doam de coração por está causa tão importante para nós Candelarienses.

Marcelo Coimbra da Silva/Grupo Gaaia.


 

 

Pesquisadores descobrem pedaço do crânio do dicinodonte, herbívoro do período Triássico 
                           

A descoberta de fragmentos do crânio de um dicinodonte — um ancestral dos mamíferos de mais de 220 milhões de anos — acrescenta mais um fóssil para a lista de Candelária. A cidade do Vale do Rio Pardo tem 27 pontos onde foram encontrados fósseis de 30 espécimes de animais do período Triássico.



Rodrigues e Steffanello fazem expedições quinzenais a regiões como Botucaraí, onde fóssil foi achado Foto: Tiago Gewehr Heinze




                       Veja a reportagem da Gazeta:


O pedaço do crânio de um animal que compõe a fauna mais recente do período Triássico (de 200 a 250 milhões de anos atrás) foi encontrado nos últimos dias nas margens da RSC–287, em Candelária, próximo ao Cerro do Botucaraí, pelos voluntários do Museu Aristides Carlos Rodrigues. Ontem uma equipe da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) analisou o fóssil, que pertence à mandíbula de um dicinodonte jachaleria candeliensis.
Os especialistas acreditam que o herbívoro era dominante nessa região, considerada o ponto mais difícil de coleta de Candelária devido ao terreno íngreme. O biólogo da Ufrgs, Flávio Pretto, afirma que a peça é de excelente qualidade porque tinha traços de boa preservação. Sulcos, poros, canais e poucas deformações do objeto revelam detalhes do fóssil que em muitos casos se perdem com o tempo. “Quanto mais cedo os ossos são enterrados após a morte do animal, mais se preserva o material.”
O material coletado será encaminhado ao Museu Aristides Carlos Rodrigues para catalogação. Ferramentes da espessura de uma agulha serão utilizadas para remover de forma minuciosa a terra e expor toda a superfície do osso. A meta é preservar o maior número de informações da peça.
Durante a análise da equipe da Ufrgs, mais duas costelas foram localizadas. Segundo Pretto, não é possível saber se as peças são todas do mesmo animal. “O trabalho é lento. Encontramos partes isoladas. É possível que os ossos tenham sido trazidos pela foz de um rio que estava localizado próximo ao local.”
Dos ossos encontrados naquele afloramento, Flávio estima que 90% são de herbívoros, característicos de regiões próximas a rios. A outra parte é de anfíbios e carnívoros. Candelária é a única região do Brasil onde já foram encontrados fósseis do período Triássico. Peças semelhantes foram localizadas também na Argentina.
No final de outubro, um bloco com fóssil pertencente a um rincossauro, um animal herbívoro que viveu no planeta entre 220 e 230 milhões de anos atrás, foi encontrado em Vale do Sol, nas margens da RSC–153. Foram identificados um osso de uma das patas e dentes. (fonte  http://www.gaz.com.br/gazetadosul/noticia/318469-fossil_de_dicinodonte_e_encontrado_na_rsc287.html)


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Mensagem de Nossa Senhora para Candelária-RS no Tele Domingo.

EDIÇÃO FUTURA-Candelária-RS foi varrida do mapa, depois de romper  4 barragens ao mesmo tempo.
No inicio desta semana,  Candelária amanheceu alvoroçada com reportagem do* Tele Domingo Programa da RBS TV do Rio Grande do Sul* aqui no estado Pedro Régis palestrou  no  11/12/2011( Porto Alegre); onde o palestrante Pedro Régis fala das mensagens que ele diz receber de Nossa Senhora, onde na mensagem 3.414 ele cita a cidade de Candelária - RS.

Como começou a história de Régis:




Primeira Aparição:


No dia 29 de setembro de 1987, Pedro Régis retornava da aula - preparava-se para o magistério no distrito de Bonfim de Feira, próximo a Angüera. Ao descer do ônibus, na frente da pequena escola próxima a casa, voltou a sentir-se mal. Um amigo, Celestino Silva Santa Cruz, que o acompanhava, correu à procura dos familiares de Pedro, a fim de que o socorressem. Neste momento, sentindo que iria desmaiar, Pedro Régis senta-se no chão sem perceber que estava bem perto de um formigueiro. Aparece-lhe uma jovem – que ele pensou tratar-se de uma freira da vizinhança que morava na Itália – aparentando vinte anos, vestida de branco, com um véu transparente cobrindo-lhe a face. Aproximando-se dele, afirmou: “Vou ajudar-te, vou tirar-te do formigueiro”. Tomando-o com extrema facilidade pelo braço, levantou-o e, segundo seu relato, como ele não sentisse firmeza em suas pernas, conduziu-o até o “hall” de entrada de uma pequena escola próxima uns trezentos metros de sua casa, até hoje existente no local. A partir dali, Pedro não se lembra do que ocorreu.

                             
                               A mensagem citando Candelária:


Candelária ficaria assim!

3.414- Mensagem de Nossa Senhora, transmitida em 18/12/2010

Queridos filhos, Saravena e Candelária : o sofrimento virá para os Meus pobres filhos. Dobrai vossos
joelhos em oração e não vos afasteis do Senhor. Viveis no tempo das grandes confusões espirituais.
Sede fortes e não permitais que o demônio vos engane. Sois unicamente do Senhor e Ele espera
muito de vós. Encorajai-vos e assumi o vosso verdadeiro papel de cristãos. Conheço vossas
necessidades e rogarei ao Meu Jesus por vós. Não desanimeis. Abri vossos corações e deixai que a
graça do Senhor vos transforme. Dizei a todos que Deus tem pressa e que este é o momento do vosso
retorno. Vivei os Meus apelos, pois desejo levar-vos a um alto cume de santidade. Quando tudo
parecer perdido surgirá para vós a grande vitória de Deus. Coragem. Esta é a mensagem que hoje
vos transmito em nome da Santíssima Trindade. Obrigada por Me terdes permitido reunir-vos aqui
por mais uma vez. Eu vos abençôo, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Ficai em paz.


Minha opinião:

Em curto prazo o que preocuparia nós candelarienses seria uma enchente novamente ou uma grande seca, mas isso assolaria toda a região; mas a longo prazo teríamos quatro ou mais bomba relógio a ser construída a cima de nossa cidade, onde Candelária seria a única a ficar vulnerável  e a qualquer momento ser varrida do mapa por estar perto do Rio Pardo praticamente ao mesmo nível dele.Sim, bomba relógio porque quem conhece o grande volume de água que  acumula durante uma enchente; não acredita que um investimento de tão baixo custo faria barragens seguras a ponto de conseguir conter todo este volume de água.
 


Estourando a primeira, será uma sucessiva arrebentação de barragens, criando um monstruoso volume de água nunca visto antes.



 Falei com moradores que foram em reuniões sobre estas barragens, lá na apresentação dos projetos  falaram que teriam que cortar todas as árvores das margens, porque tais árvores trancariam as turbinas.
Que tecnologia é essa?
Será que é a mesma tecnologia que nos assegura que  estas barragens tem o máximo de segurança, para que nunca venham  a  arrebentar!
E as árvores que descem com a enchente?
E o grande volume de água?
Que Deus nos ajude!
                                     Marcelo Coimbra da Silva/Grupo Gaaia.





Parece ser um rio pacato!
 Comentário 19/12/2011.
Não são os Vídeos,as previsões, mas o risco real que íremos ter, somente quem fica as margens do Rio Pardo como nós candelarienses, isso nos assusta e queremos que não construam tais barragens; mas temos que conscientizar a população das cidades a onde serão construídas as barragens, para estas cidades não haverá nenhum risco de serem varridas do mapa, portanto será de difícil conscientização.
Marcelo Coimbra da Silva.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Artefato indígena no deslizamento.








 É assim, extremamente importante  nós fazermos parte dessa história — que parece não ter existido aqui, bem debaixo de nossos pés —Sendo o Museu o único encarregado, de  remontar uma História dentro de nós quase esquecida, mas bem viva no subsolo de nossa Cidade.Este artefato indígena será doado ao Museu Municipal de Candelária,onde será colocado a data  e o local que foi encontrado.


Grupo Gaaia Candelária - RS.



                        O Morro Botucaraí também é sitio arqueológico.

 
Define-se como sítio arqueológico o local utilizado pelos grupos antigos para as suas habitações e todas as atividades que permitiram a sua subsistência, cujos vestígios arqueológicos encontram-se espacialmente distribuídos.
Neste caso, a área que envolve os locais ocupados por estes grupos indígenas para a caça, a pesca, a coleta e a agricultura podem ser entendidas a sítios arqueológicos, pois consideramos muito importante entender o espaço em que os sítios foram construídos.
Considerando a importância deste achado as respostas sobre a quem realmente pertenceu este artefato arqueológico, ficará uma grande incógnita, destacando a evidencia encontrada no primeiro deslizamento ocorrido em 15 de agosto de 2009 e assim elevando a importância de buscar protegê-lo não só como reserva ecológica, mas também como Patrimônio Histórico da União.
Segundo Claudio Rodrigues responsável pelo Museu Municipal de Candelária, ali no entorno do Botucaraí existe um importante sítio arqueológico, já o deslocamento dos Indígenas se dava por vários fatores, o principal era por lugares onde se encontrava muita argila para a fabricação de cerâmica pelas mulheres, um rio fluvial de grande proporção para navegação, piracema, terras boas para o cultivo, abundancia de frutas e também perto de riachos.
.Salientamos que mais estudos nesta área devem ser realizados, pois a história e a arqueologia são uma ciência, e como tal precisam cada vez mais buscar conhecer a tradição e a história dos Indígenas na região.
  O material lítico polido apresenta inúmeros artefatos como machados, quebra-cocos, batedores, bigornas. Nas lascas, destacam-se os raspadores, conforme Rodrigues este artefato poderia ser usado no corte de madeiras, na caça; também como raspador de gordura das peles, poderia também ser utilizado para descascar palmitos, enfim na época era uma das únicas ferramentas disponíveis.
Entre as atividades previstas para a ação do Grupo, uma delas é ficar sempre atento nas caminhadas na mata, falávamos na possibilidade de encontrarmos vestígios fosseis no deslizamento, ficamos surpresos encontrando  artefatos indígenas em um lugar tão íngreme..











As ações periódicas no Botucaraí fazem com que qualquer algo diferente exposto pela água das chuvas; logo chama atenção dos olhos, conseqüentemente as mãos logo pegam para analisar superficialmente.Foi assim:

No dia 16 de julho começamos a recuperar a área, lançando sementes de “azevem” para fazermos uma rápida cobertura de solo, evitando mais erosões e nos próximos meses reforçaremos mais o banco natural de sementes existente no solo. Também iniciamos um projeto de fortalecimento das frutíferas nativas plantando  três quilos de sementes de araucárias e lançamos outros 2 quilos de  sementes de palmito  no entorno do Botucaraí; escalando de volta me surpreendi com esta pedra visivelmente exposta pela a água da chuva, sabendo ser um achado importante para reforçar a mobilização em preservar uma área maior no entorno do Botucaraí; como dizia: segundo Rodrigues existe um importante sitio arqueológico no entorno do Morro Botucaraí.
Foto da ponta de lança encontrada no deslizamento.